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Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Foi hoje assinada, na sede da AMAVE em Guimarães, a escritura notarial de constituição da “Comunidade Intermunicipal do Ave”.

Como já tive oportunidade de escrever, a decisão que levou o nosso município a integrar esta Comunidade tem sobretudo fundamentos de natureza técnica, assentes num exercício de asserto de dados estatísticos, convenientes à gestão do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) a Norte. Mas esta decisão tecnocrata, oportuna e cuidadosamente construída na Comissão de Coordenação da Região Norte, traduz bem o estado dos relacionamentos pessoais e insitucionais que hoje se verificam entre autarcas e autarquias de Basto. No caso de Mondim de Basto, as relações são privilegiadas com Cabeceiras de Basto, de desencontro com Celorico de Basto e praticamente inexistentes com Ribeira de Pena.

Cumprido um decisivo passo no sentido da consagração formal deste projecto supra-municipal, expresso o desejo de que o papel de Mondim de Basto não venha a confinar-se ao de “parente pobre” do grupo, mas que saiba reivindicar para si um estatuto de verdadeiro parceiro, partilhando encargos e benefícios.

JNobre às 13:05
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Pois bem...não percebo que passo de consagração se pode auspiciar, quando se trata de um processo tecnocrata, que acaba por ter impatos fracturantes sobre a região de Basto.e para todo um povo e cultura caracteristica de uma região tão unica que não faz o minimo sentido ser pensado como manta de retalhos.

Acho um erro tremendo que o desentendimento político entre os presidentes acabe por afectar de forma tão gravosa a vida de todos os habitantes de Basto.
Enquanto não for pensado Basto de forma séria estaremos a adiar um futuro auspicioso para uma região cujos pólos individualmente não tem peso, escala e nem massa critica suficiente, nem peso decisor na hora de reivindicar fundos para delinear uma estratégia sustentada a longo prazo, o futuro destas terras passa por isso pela cooperação e complementaridade, e estar a separar politicamente o que está unido culturalmente, geograficamente, e quer queiramos quer não economicamente, é um erro politico grosseiro, que quanto mais tempo demorar a sua correcção mais tempo teremos para alcançar esse futuro auspicioso.

Bem Haja
Carlos Leite a 14 de Abril de 2009 às 22:17